sábado, 14 de maio de 2016

ComCiência

O Centro Cultura do Banco do Brasil no Rio de janeiro recebe a mostra ComCiência de Patricia Piccinini.
A artista australiana circula com desenvoltura em várias mídias como instalação, esculturas, desenhos fotografias para um olhar sobre o "consciente" e a "ciência".
Cria  propostas de reflexão sobre temas como o natural e o artificial, a humanização de objetos, as fronteiras da tecnologia sobre a vida , mecanismos da cultura de consumo entre outros.


Os amantes

Cycle Pups



Quando começamos a estranhar ou rejeitar outros seres? Durante a infância somos mais abertos ao diferente,
O golpe


 O visitante


 "Indiviso"
 O tão esperado

 O Observador

 "A força de Um Braço"

 O Observador


"The Breathing Room /A Sala de Respiração" é uma instalação com três grandes painéis que expõe a idéia de pânico na sociedade contemporânea.


Evocando varias sensações como surpresa , ternura,  repulsa a mostra fica até dia dia 26 de junho de 2016.

Para explorar virtualmente a mostra acesse o guia auditivo com descrição dos trabalhos no endereço

 http://culturabancodobrasil.com.br/portal/comciencia-patricia-piccinini-2/


terça-feira, 29 de março de 2016

quinta-feira, 24 de março de 2016

Um estilo para chamar de seu

"Onde começa ou termina a moda na era da explosão das necessidades e da mídia,  da publicidade e dos lazeres em massa, das estrelas e dos sucessos musicais? " 
Gilles Lipovetsky  em "O Império do Efêmero " - Companhia das Letras .

  Em noite de elegância,glamour e estilo a Ponto Azul serviu de palco para o lançamento do site  www.a8fashion.com.br

 E neste clima de diálogo entre o eterno e o efêmero os trabalhos:
 Nanquin de Paula Borela -  www.paulaboris.blogspot.com.br


Painel de pirogravura em tecido de Vânia Vilela



As artes aplicadas de Charles Chaim


As apropriações do vocabulário plástico de Miró feitos por Claudio Vilhena
www.claudiovilhena2015.blogspot.com.br






sábado, 5 de março de 2016

Comemorando 8 de março com Frida Kahlo




A exposição dá voz ao universo feminino através da mescla do surrealismo com a fantástica iconografia das tradições do país enfocando mulheres mexicanas ou não que se envolveram com a magia da cultura mexicana.

Minotauro de Remédios Varo

Minha tia, um amiguinho e eu  de Maria Izquierdo
Com a excepcional curadoria de Teresa Arcq, coordenado pelo Instituto Tomie Ohtake e o estímulo da Embaixadora Beatriz Paredes o visitante circula entre bem alinhavadas abordagens das mulheres que, sem fugir ao seu tempo e questionamentos valorizaram o patrimônio cultural mexicano.
Frida e o Aborto , Frida Kahlo
Autorretrato,  Frida Kahlo
Temas como auto imagem, maternidade, aborto,relação a dois, dor física e sofrimento são representados simbolicamente numa busca de expressão e identidade.
Um abraço de amor do Universo , a terra, Diego, eu e o sr. Xólotl
Frida Kahlo entre tantas mulheres têm enfoque especial não só pela renomada profundidade do seu trabalho como pela abrangência e divulgação da cultura mexicana em sua visita a Paris em 1938.

Natureza Viva de Maria Izquierdo
A representação de alimentos e rituais culinários eram usados como metáforas para representação da sexualidade e para narrativa de histórias tanto eróticas como de amor e abandono.

Coração Egoísta de Olga Costa



Na época em que o padrão era se vestir segundo as tradições européias, Frida desenvolveu sua própria estética usando jóias com ourivesaria pré Hispânica, penteados com fitas coloridas e um destacado gosto pela produção têxtil indígena com suas cores particulares.



Esta proposta in fluência várias artistas em áreas como cenografia, estamparia ou incorporadas no vocabulário plástico.
Liederes , 1967 de Bridget Tichenor que além de artista trabalhava na Vogue, N.Y.

A mostra " Frida Kahlo, conexões entre mulheres surrealistas no México" estará em cartaz até dia 27 de março no espaço Caixa Cultural , R.J.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Era de Fronteiras

Rafael Naufel - Ruas Pedro Carvalho/Maria Conceição Andrade.  Morada da Colina Uberlândia Brasil

Anônima e efêmera a Arte de Rua propõe a reflexão mesmo que por um segundo. Aquele momento em que vc recebe de presente um questionamento sublimar. E resolve embarcar nos seus pensamentos. Boa viagem.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Reencontro com Awilda - Chicago Art Street


Em setembro de 2012 fiz um post referente a mostra OiR - Outros olhares sobre o Rio .
Tratava-se de uma mostra com uma série de intervenções na cidade do Rio de Janeiro e na ocasião destaquei o trabalho do escultor espanhol Jaume Plensa.

A cabeça de uma jovem de olhos fechados executada em resina e com 12 metros de intitula-se
  "Awilda - Olhar em meus sonhos".
O trabalho gerou um movimento - Fora Cabeção! -  criado por pessoas da região que se sentiram incomodadas com a interferência da obra na paisagem cartão postal do Rio de Janeiro, na enseada de Botafogo tendo o Pão de Açúcar como fundo.

Agora , em 2015, Awilda está no Millenium Park, em Chicago,  Illinois, nos Estados Unidos olhando de frente para Washington Street criando uma fantástica perspectiva entre sua cabeça e as edificações laterais da rua.
Ela é uma das quatro cabeças femininas que estarão expostas no parque até dezembro de 2015.

As outras três obras, Paula, Laura e Inês, em dimensões menores, feitas em ferro fundido estão colocadas lado a lado no interior do parque . As quatro peças incorporam-se a paisagem por ocasião da mostra 1004 Portraits que celebra 10 anos da instalação da famosa Crown Fountain.


Crown Foutain inaugurada em 2004 é um brilhante trabalho interativo projetado por Jaume e executado por Krueckan Sexton Arquitetos e que se transformou em um famoso landmark da cidade de Chicago.

Trata-se de um espelho de água feito em granito preto que reflete duas torres com 15,2 metros de altura na qual diodos transmissores de LEDs exibem vídeos contínuos com 1000 retratos de pessoas que vivem em Chicago.




A vídeo escultura funciona como fonte entre maio e outubro de forma intermitente com água jorrando através de um acesso na frontal de cada torre. 
A proposta é criar a ilusão de que a água jorra da boca dos cidadãos da cidade.



 No vídeo Jaume Plensa  fala que o aviso dos museus ao público para não tocar nas obras devia ser trocado por "Please don't touch, caress - por favor não toque, acarinhe " diante da necessidade de interação da obra com o público. 




Assim sendo, nesta sua peregrinação Awilda está melhor em Chicago.
No Brasil foi bem recebida e com um alerta.
Don't touch our landscape.

"Para hacer buen arte hay que crecer como persona"- Jaume Plensa



Lilian Tibery - Artista Plástica