domingo, 6 de janeiro de 2013

Chile e suas Esculturas

Em Santiago, Chile, o Parque das Esculturas foi criado em 1986 projetado pelo arquiteto German Bannen.


Margeando o Rio Mapucho, este museu a céu aberto expõe mostra permanente com mais de 30 obras, distribuidas em 21.000 metros quadrados que acolhem no verão o festival Nacional Providência Jazz.

                                                  " Semilhas " de Cristian Salineros
" Estela Monumental " de Samuel Roman


"Madre Terra"  de Mart Culvin 

" Percepción" de Lizi Fox


 "Recurso Humano" Fernanda Cerda

O Parque coroa esta cidade cuja ocupação artística se faz em vários espaços públicos.



Além da manifestação humana desta arte, contemporânea e ancestral, o Chile parece ter uma predisposição natural para a escultura. É impossivel não apreciar a beleza das formas que o tempo lapidou em rochas, gelo e sedimentos naturais no país atravessado pela Cordilheira dos Andes.


 Moai - arte indigena cultura Rapa Nui


Caverna do Milodón - Puerto Natales - Patagônia

 Arrredores de Puerto Natales - Patagônia

Lago Grey - Parque Torres del Paine


Parque Nacional Bernardo O'Higgins - Patagônia

Lago Glaciar Balmaceda - Patagônia





sábado, 8 de dezembro de 2012

Desenhos - Lilian Tibery



Desta vez Estúdio Ponto Azul se vestiu de luz no verão para testemunhar os últimos desenhos de uma série iniciada no ano de 2008.



Em 2009,  o texto da mostra, exibida na Galeria do Mercado da Secretaria Municipal de Cultura dizia:

                    Esta exposição mostra uma série de desenhos em grafite sobre papel executados a partir
                  de esboços feitos “in loco” nas praias do Rio de Janeiro nos anos de 2008 e 2009.

                 O exercício de desenhar a figura humana sempre fez parte de minha rotina,
                   seja em atelier, a partir da observação de modelos estáticos ou no dia-a-dia, em rápidos e improvisados croquis.

               Assim, desenhando na praia, meu olhar se encanta não apenas pela natureza,
        mas pelas pessoas que lá trabalham, brincam ou descansam.
            Ao marcar traços, sombra e luz, entro em sintonia com o ambiente daqueles
que em conversas, gestos e feições, me permitem participar
 momentaneamente de seu cotidiano.

Agradeço aos modelos, que no espírito carioca de espontânea alegria e
 simpatia jamais deixariam que estes desenhos se limitassem a um
 mero registro mecânico.

Dedico esta mostra ao admirável poeta Thiago de Mello, que com seu jeito
generoso de caboclo amazonense, me ensinou a origem Manauara do grafismo
das calçadas de Copacabana. Já no século XIX, em frente ao Theatro Amazonas,
simbolizavam o encontro das águas dos rios Negro e Solimões.

O encontro da água com a terra,
Do céu o do mar,
Do horizonte com o sonho,
Do lápis preto com o papel branco...


Agora, alguns anos depois, continuo com a mesma rotina metódica de desenhar e de
elaborar novas imagens com este material gráfico.


      Testemunhos da Areia é um uma releitura de vários momentos que se sucedem e que se
        perpetuam através do comportamento das pessoas diante do mar, dos amigos, da família.
        Foram momentos únicos compartilhados por todos e que, espero, se repitam
enquanto o sol brilhar.







E em uma noite estrelada recebi colegas artistas, amigos que se tornaram autoridades
e várias pessoas com quem tenho a felicidade de habitar neste Pálido Ponto Azul.



            
         

        

      

      

   

         
     
        

                



    







sábado, 20 de outubro de 2012

Brian Eno na OiR



Registrado pelo fotografo Pedro Kirilos, o fantástico trabalho de Brian Eno
projetado nos arcos da Lapa..



Fecha assim o ciclo de trabalhos apresentados pela OiR – Outras idéias para o Rio.
Colorindo com sua tecnologia e criatividade os arcos da Lapa.
Maravilha!




Para quem circula por lá inevitável a associação com o trabalho das escadarias da Lapa feito pelo artista Jorge Selarón.




Parabéns aos dois!

Jorge Selarón (Chile, 1947) é um pintor e ceramista autodidata chileno radicado na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Ele é o autor de muitas obras que decoram os bairros cariocas da Lapa e de Santa Teresa.
Sua maior e mais conhecida obra está na Rua Manoel Carneiro, no bairro de Santa Teresa: é a "Escadaria do Convento de Santa Teresa" (também conhecida como "Escadaria do Selarón"), que liga a Rua Joaquim Silva, no bairro da Lapa, à Ladeira de Santa Teresa, no bairro de Santa Teresa. A escadaria foi inicialmente decorada por Selarón em 1994, por ocasião da copa do mundo de futebol de 1994, quando ela teve seus 215 degraus e 125 metros decorados com mais de 2 000 azulejos diferentes, provenientes de mais de sessenta países. Desde então, os azulejos são permanentemente trocados, utilizando-se de azulejos que são remetidos ao artista por fãs do mundo inteiro. Isso dá um caráter orgânico e mutante à obra.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

“Corpos Presentes”


Ainda com a pegada da Arte Urbana “Corpos Presentes”, de Antony Gormley - no Rio de janeiro até o dia 23 de setembro - me forneceu uma visão especial.
Na sua versão ao ar livre foi inevitável a comparação de imagens

.
Uma da região central da cidade na qual as fantásticas esculturas sugerem a instabilidade da vida.


E outra de Madureira, na zona norte, aonde corpos reais sob um sol de inverno a 35 graus trabalham mesmo aos domingos.
E observam curiosos quem são aqueles que visitam o Parque de Madureira para ver obras da OiR.
Trabalham na Arena Cultural que quem sabe trará mais para perto da comunidade esta tal arte.